Conheço qualquer coisa que me é desconhecida:
A sensação de querer, com a consciência do que não se deve.
Conheço, também, um sentimento maior
Que me move, transforma, e que me destrói
Porque sou forte, consistente, mas imatura.
A excitação do proíbido, no desalinho dos teus toques
Não queiras possuir o que só se sente,
Não há mais nada a fazer, se não gostar de viver
Segundo as leis e funções desta disfuncional sociedade
Pára de me magoar. Já disse.
Que sabes tu da vida que levas, no terror dos teus passos?
Para onde vais, questiono. Não há sequer
Mundo novo a descobrir, se negas a existência
Das sensações de pensar.
***
Ana Silvestre
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