setembro 23, 2013
Na beleza íntima de uma Flor de Lótus
Todos os dias, ao acordar, lembro-me do quão bom é sentir-te perto de mim, mesmo estando tão longe da figura que o meu coração desenhou. Este bater já nao conhece outra forma senão amar-te informalmente, a sentir maneiras de sentir, que já nao se sentem de maneira nenhuma. De amar-te e valorizar-te, porque nunca se habitou a amar sem sentir amor e... sabes lá tu a tamanha alegria, aquela que enche o meu peito, quando te vejo a sorrir. Muitas das vezes sorris, forçadamente, para eu pensar que pensas em mim, na forma mais linda do que é sentir alguém em pensamento. Eu sei que não aprecias o meu amor - é coisa de filmes de cinema, daqueles tão antigos quanto as saias da minha avó - mas é tão puro, sabes? Que não exerce qualquer pressão no meu peito, porque estou plenamente consciente que o meu amor é a realidade que me rodeia, e nada poderei fazer, senão lembrar-me de ti a qualquer hora que seja. E sorrir. Porque mesmo triste, a tua presença liberta o melhor que há em mim: o pecado mortal de ser eu, em todas as condições possíveis, na beleza íntima de uma flor de lótus que dança, ao sabor das letras que te componho. Com Amor, porque é o único que me faz decorar-te, e saber-te de cor, qual é a cor da tua alma.
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