Eu conheco o teu coração
Porque nele eu vejo luz
Vejo a cor, vejo o dançar irrequieto
Que forma a tua pessoa, pedra firme, num campo raso.
Se pudessemos dançar juntos
Eu dava-te a mão, beijava-te a testa
E deixávamos crescer
Um novo ser: porque eu conheco o teu coração.
Triste? Nunca, mas só por vezes.
A beleza que há em ti fascina o meu dançar irrequieto.
***
Ana Silvestre
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